acom
panha
menTOs

processos de cuidado, supervisão e escrita em terapia ocupacional

mediaçãoIsadora Cardinalli

como acontece seu fazer terapêutico ocupacional?

Como se caracteriza seu ser-fazer-pensar em terapia ocupacional?

Como afirmar seus modos de cuidar através da escrita e outras linguagens?

Vamos ACOLHER as formas de atuar, partindo dos modos de PERCEBER a si e ao outro para AFIRMAR o que se produz desse encontro: em você, no outro, no mundo, nos processos de cuidado e no conhecimento de terapia ocupacional.

serão matéria de acompanhamento

o encontro, a narrativa, a singularidade,

o gesto de fazer junto, o deslocamento,

a construção comum, as linguagens...

um convite

a profissionais, estudantes e pesquisadoras/es da terapia ocupacional

e um ponto de partida

acompanhar processos em acontecimento, de forma individual ou grupal, remota ou presencial (Recife-PE), para REconhecer a si e sua atuação, estudo, investigação, proposição, escrita...

ficou com dúvidas?

vem conversar comigo!

Contato

acompanhamentoTOs

processo de cuidado, supervição e escrita em terapia ocupacional

Me encanto pela produção de fazeres e saberes em terapia ocupacional. Como terapeutas ocupacionais atuam? O que se torna inspirador em seus processos formativos? Como se colocam diante das pessoas, situações, dilemas e possibilidades? Como comunicam o que fazem? Como escrevem sobre terapia ocupacional?

Quero te convidar para, conjuntamente, reconhecer e afirmar sua própria produção de sentidos, acolhendo, investigando e elaborando sua perspectiva profissional.

A terapia ocupacional se faz no movimento entre as singularidades e a pluralidade, de onde é possível perceber alguns comuns. Portanto, esse não é um caminhar solitário, precisamos ressoar para fortalecer a dimensão de nossa proposição no mundo.

Vamos nos encontrar?

Contato

Por que investir nesse acompanhamento?

Já vi e ouvi muitas terapeutas ocupacionais não se reconhecendo ou não se enunciando mais terapeutas ocupacionais, por sentirem uma falta de cabimento, por não serem mais acolhidas nos lugares comuns, mas continuavam produzindo coisas maravilhosas com muitas inspirações da terapia ocupacional. Entendo que as particularidades do contexto brasileiro e sua diversidade cultural são condição para nossa criação, reinvenção e sustentação das diferentes formas de atuar, mas, para isso, precisam ser afirmadas e fortalecidas em coletivos de terapia ocupacional.

Como terapeutas ocupacionais, nos conduzimos pela singularidade das pessoas e situações para investir no cuidado, criando conjuntamente com elas. E é exatamente o que faremos em nossos encontros, olhar para o que você faz e o como faz, a partir de narrativas, histórias, filosofias, culturas, artes e criação. Vamos reconhecer e afirmar os modos de fazer-pensar em terapia ocupacional e ativar novos processos.

O que podemos fazer conjuntamente?

Encontros individuais e coletivos, remotos ou presenciais (em Recife-PE), para:

  • investigação, estudo e elaboração de experiências em terapia ocupacional
  • elaboração de projetos de pesquisa ou sociais/culturais para submissão em editais
  • acompanhamento de escrita acadêmica (monografias, artigos, livros) em terapia ocupacional
  • podendo relacionar outras linguagens, sensibilidades e possibilidades de criação na busca pela caracterização de si nesse produto
  • cartografias dos modos de fazer e saber da trajetória profissional, individualmente, mapeando, elaborando, criando e cultivando perspectivas e interesses em terapia ocupacional
  • cuidado de si, em trocas coletivas, abordando sobre o formar-se, deformar-se e reinventar-se terapeuta ocupacional, potencializando deslocamentos sensíveis em processos criativos.

Quer saber mais sobre mim?

Sou Isadora Cardinalli, paulistana em Recife, terapeuta ocupacional, educadora e gestora cultural. Me interesso por narrativas históricas, poética, criação, compromisso social e sustentabilidade.

Minha relação com a experimentação e processos criativos vem de inspiração materna e a confiança na força coletiva aprendi com meus amigos desde os tempos de escola. Iniciei minha formação em terapia ocupacional na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), depois segui pela especialização em Terapia Ocupacional, Arte, Saúde e Cultura na Universidade de São Paulo (USP). Descobrindo meu interesse pela pesquisa de trajetórias e produções em terapia ocupacional, me arrisquei no mestrado e no doutorado no Programa de Pós-Graduação em Terapia Ocupacional da UFSCar, assim como na docência em terapia ocupacional (na UFSCar e na USP). Também curti muito compor a gestão da Associação de Terapeutas Ocupacionais do Estado de São Paulo (ATOESP 2018-2021).

Dentre minhas principais inspirações está a Terapia Ocupacional como Produção de Vida, enunciada por Mariangela Quarentei, que me ensinou a afirmar o potencial de diferenciação e criação da/pela terapia ocupacional. E o Grupo de Atividades Humanas e Terapia Ocupacional (AHTO) que, com Carla Regina Silva, desde 2013, venho investindo em produções e elaborações sobre a terapia ocupacional, que se fazem num compromisso sensível e crítico, por meio da viabilização de espaços seguros para existir e formar comunidades.